Número de contratos do Fies neste ano é quase o dobro de 2011 | CAPESP – Centro Associativo dos Profissionais de Ensino do Estado de São Paulo

Número de contratos do Fies neste ano é quase o dobro de 2011

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305,8 mil pessoas aderiram ao Fundo de Financiamento Estudantil em 2012 

Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) atingiu neste ano 305,8 mil contratos firmados, de acordo com o Ministério da Educação. O número de estudantes que aderiram ao programa é quase o dobro do total de 2011, que foi de 153,9 mil contratos. Em 2010 foram firmados 75,9 mil contratos.

Desde que o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) passou a ser o agente operador do Fies, em 2010, foram estabelecidas novas regras do financiamento, como a redução dos juros para 3,4% ao ano e o aumento do prazo de carência (18 meses) e de amortização (três vezes o período financiado, acrescido de doze meses).

Do total de contratos firmados entre 2010 e 2012, o curso mais procurado é o de direito, com 85 mil contratos, seguido de administração (44 mil), enfermagem (43 mil) e engenharia civil (33 mil).

Prazo - O prazo final para a renovação dos contratos novos do Fies – firmados a partir da publicação da Lei nº 12.202, de 14 de janeiro de 2010 – foi prorrogado para 31 de dezembro de 2012. A Resolução 4/2012, do FNDE, que determina o período, foi publicada na última quarta-feira (29), no Diário Oficial da União. Os aditamentos dos contratos simplificados e não simplificados do segundo semestre de 2010, do primeiro e segundo semestres de 2011 e do primeiro e segundo semestres deste ano devem ser realizados por meio do Sistema Informatizado do Fies (SisFies)

Programa financia de 50% a 100% dos encargos educacionais

Podem requerer o financiamento estudantes regularmente matriculados em cursos de graduação com avaliação positiva no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes), oferecidos por instituições de ensino superior participantes do Fies. O programa, criado em 1999, financia de 50% a 100% dos encargos educacionais, dependendo da renda familiar mensal bruta e do comprometimento dessa renda com os custos da mensalidade.

Apenas alunos com renda familiar mensal bruta de, no máximo, 20 salários mínimos podem requerer o benefício. “Mudanças foram necessárias para o aumento significativo ao financiamento, procurando atender mais estudantes de famílias de baixa renda, que nunca tiveram acesso ao ensino superior”, afirma o presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), José Carlos Wanderley Freitas.

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